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Na varanda da estância, o sol se põe devagar
valseado pampeano
Na varanda da estância, o sol se põe devagar
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Letra
[Verso 1] Na varanda da estância, o sol se põe devagar, Meu velho pai, cansado, ainda insiste em bailar. Com a prenda a seu lado, recorda os dias de glória, O arrastar dos pés no chão, conta sua história. [Refrão] Meu pai já não é o mesmo, mas a alma ainda dança, Ao som da gaita suave, renasce sua esperança. [Verso 2] As rugas contam segredos de um tempo que se foi, Tantas lidas no pampa, um guerreiro que não se dobra. Nos braços da prenda querida, ele volta a sonhar, A valsa pampeana faz o coração pulsar. [Refrão] Meu pai já não é o mesmo, mas a alma ainda dança, Ao som da gaita suave, renasce sua esperança. [Ponte] Na lembrança, a querência, a juventude que passou, E no balançar da dança, o carinho que ficou. [Refrão] Meu pai já não é o mesmo, mas a alma ainda dança, Ao som da gaita suave, renasce sua esperança.
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